sábado, 07 fevereiro 2026

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Polícia investiga assassinato de CEO do Grupo Corona em rodovia do México

Promotoria de Jalisco apura se Adrián Corona foi vítima de sequestro e execução sem relação com atuação empresarial

Atualizado: há 1 mês

Aurélio Filho

As autoridades do estado de Jalisco, no México, investigam as circunstâncias do assassinato do empresário Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona, encontrado morto às margens da rodovia Tonaya–Puerto Vallarta, no município de Atenguillo, no fim de dezembro.

De acordo com informações divulgadas pela promotoria estadual, o crime teve início no dia 27 de dezembro, quando o empresário viajava com a família e teve o veículo interceptado por criminosos em um trecho conhecido pela atuação de grupos armados. Adrián Corona foi rendido e levado pelos suspeitos, enquanto a companheira e os filhos foram mantidos sob vigilância e posteriormente liberados.

As investigações apontam que os familiares foram separados e interrogados em locais distintos. Segundo a polícia, os criminosos não tinham conhecimento prévio da identidade da vítima nem de sua ligação com o setor empresarial. Não houve pedido de resgate durante o período em que o executivo permaneceu desaparecido.

O corpo de Adrián Corona foi localizado dois dias depois, próximo ao ponto da abordagem inicial. Laudos preliminares indicam sinais de espancamento e ferimentos provocados por arma de fogo. A principal linha de apuração considera a possibilidade de um ataque aleatório, relacionado ao alto índice de violência registrado em rodovias da região.

A promotoria informou que imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e dados de geolocalização estão sendo analisados para identificar os responsáveis. Até o momento, ninguém foi preso, e o caso segue sob investigação.

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