Recém-empossado no comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva iniciou conversas com os secretários da pasta para definir quem permanecerá e quem deixará os cargos. Todos os atuais secretários foram nomeados pelo antecessor, Ricardo Lewandowski, e o novo ministro busca avaliar o interesse e o desempenho de cada área antes de promover eventuais alterações. As informações são da coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles.
O movimento marca o início do processo de transição interna e reorganização administrativa sob a nova gestão.
Primeiras baixas e cenário atual
A principal mudança confirmada até o momento é a saída do secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto, considerado o número dois do ministério. A exoneração foi oficializada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (16). Com isso, permanecem oito secretários no organograma da pasta.
Na quinta-feira (15), Lima e Silva procurou ao menos dois integrantes do ministério para conversas diretas: o secretário de Segurança Pública, Mário Sarrubo, e o secretário Nacional do Consumidor, Paulo Henrique Pereira.
Relatórios e possíveis mudanças
De acordo com interlocutores do ministro, Wellington César Lima e Silva solicitou relatórios detalhados de cada secretaria. A partir desses documentos, ele deve avaliar o desempenho das áreas e decidir se haverá substituições ou remanejamentos na estrutura do ministério.
Favoritismo e indefinições
Entre os nomes avaliados, Mário Sarrubo é apontado por aliados como o favorito do novo ministro para continuar na equipe. Segundo relatos, Lima e Silva chegou a oferecer a possibilidade de o secretário acumular a pasta de Segurança Pública com a função de secretário-executivo interino.
Apesar disso, Sarrubo teria sinalizado que não pretende permanecer por um período prolongado no ministério e avalia deixar o cargo em breve, o que mantém indefinido o desenho final da equipe que comandará a área da Justiça e Segurança Pública nos próximos meses.









