A guerra entre Estados Unidos e Irã entrou no quarto dia sem qualquer sinal de trégua. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que não há espaço para negociação neste momento e indicou que a ofensiva pode durar semanas. Do outro lado, Teerã promete manter os ataques e ameaça atingir alvos estratégicos na região.
Os bombardeios, realizados com apoio de Israel, atingiram centros considerados vitais para a estrutura de poder iraniana, incluindo o complexo presidencial e a Assembleia dos Peritos, responsável por escolher o líder supremo do país. Ainda não há confirmação oficial sobre o número de vítimas nesses locais.
Em resposta, o Irã anunciou ataques contra instalações ligadas aos Estados Unidos no Golfo e voltou a mencionar a possibilidade de bloquear o Estreito de Ormuz, rota por onde circula parte significativa do petróleo mundial. A ameaça aumenta a preocupação com impactos econômicos globais, sobretudo no setor energético.
Segundo balanços divulgados por autoridades locais e organizações humanitárias, centenas de pessoas já morreram no território iraniano desde o início dos confrontos. Os Estados Unidos também confirmaram baixas entre seus militares.
Com discursos cada vez mais duros e novas ofensivas sendo registradas diariamente, o cenário aponta para um conflito de duração incerta, com riscos de expansão regional e repercussões políticas e econômicas em escala internacional.









