Um bebê de 14 dias, Brendon Staddon, morreu após ser brutalmente agredido pelo próprio pai, Daniel Gunter, dentro de uma unidade de cuidados especiais do Hospital Distrital de Yeovil, em Somerset, Inglaterra. Nesta sexta-feira (4), Gunter foi condenado à prisão perpétua, com pena mínima de 20 anos, pelo assassinato da criança.
Brendon nasceu prematuro, com 33 semanas e 1,83 kg, e sofreu múltiplas lesões em todo o corpo, incluindo fraturas no crânio, pescoço, tronco, braços e pernas, além de hemorragia interna. O juiz afirmou que o bebê foi submetido a força extrema, possivelmente sendo segurado pelas pernas e balançado com violência, provocando impactos repetidos da cabeça contra superfícies duras.
O caso ocorreu na madrugada de 5 de março de 2024, quando a mãe, Sophie Staddon, de 21 anos, relatou aos médicos que o filho estava com frio. Apesar do atendimento de emergência, Brendon não resistiu e foi declarado morto às 4h59.
A mãe foi julgada por cumplicidade, mas absolvida, pois não participou diretamente das agressões. O crime gerou comoção na comunidade e reforça a necessidade de proteção rigorosa de recém-nascidos em hospitais.

