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                                <title><![CDATA[Pix News MS - Em Off]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de Em Off do Pix News MS</subtitle>
                                                    <updated>2026-07-07T15:40:18+00:00</updated>
                        <entry>
            <title><![CDATA[Prefeita promove mudanças no secretariado e mantém interino na Sisep]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/politica/2026/04/07/prefeita-promove-mudancas-no-secretariado-e-mantem-interino-na-sisep.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Ricardo Prado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), iniciou uma nova reestruturação em sua equipe de governo, com alterações em secretarias e autarquias municipais. As mudanças ocorrem em meio ao cenário...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p data-end="455" data-start="171">A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), iniciou uma nova reestruturação em sua equipe de governo, com alterações em secretarias e autarquias municipais. As mudanças ocorrem em meio ao cenário político das eleições deste ano e também fazem parte de um ajuste interno na gestão.</p>

<p data-end="734" data-start="457">Na Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), o secretário-adjunto Paulo Eduardo Cançado Soares permanece à frente da pasta de forma interina, após a saída de Marcelo Miglioli, que deixou o cargo para se dedicar a projetos políticos ligados ao partido.</p>

<h3 data-end="762" data-section-id="1supzs4" data-start="736">Mudanças em autarquias</h3>

<p data-end="1018" data-start="764">A reforma também alcançou órgãos estratégicos da administração municipal. Paulo da Silva deixou a presidência da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) para assumir o comando da Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg).</p>

<p data-end="1246" data-start="1020">Com experiência no setor público desde 2009, ele já atuou em diferentes áreas da administração e possui formação em Contabilidade, além de passagens por instituições como a Fundação Bradesco e a concessionária Águas Guariroba.</p>

<p data-end="1569" data-start="1248">Para a Agetran, foi nomeado Ciro Vieira Ferreira, profissional com mais de três décadas de atuação na área de segurança pública, incluindo carreira na Polícia Rodoviária Federal. Ele participou de operações de grande porte, como os Jogos Olímpicos Rio 2016, e ocupou cargos de direção e planejamento dentro da corporação.</p>

<h3 data-end="1609" data-section-id="1sy8ifv" data-start="1571">Perfil técnico e ajustes na gestão</h3>

<p data-end="1938" data-start="1611">A escolha de Ciro Vieira busca reforçar a gestão do trânsito na capital com base em experiência técnica e planejamento estratégico. Ao longo da carreira, ele também atuou nas áreas de inteligência, formação de servidores e gestão administrativa, com responsabilidade sobre setores como tecnologia, orçamento e recursos humanos.</p>

<p data-end="2110" data-start="1940">A reestruturação inclui ainda a realocação de José Mário Antunes da Silva, que deixa a Agereg para assumir função de assessor especial na Secretaria Municipal de Fazenda.</p>

<p data-end="2291" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2112">Enquanto isso, a definição de um novo titular definitivo para a Sisep segue em análise e envolve fatores técnicos e políticos, o que pode prolongar a escolha por mais alguns dias.</p>
]]></content>
                                    <category term="Política" />
                        <category term="Em Off" />
                        <published>2026-04-07T14:30:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:40:18+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Dobradinha entre Michelle e Nikolas amplia fissura bolsonarista e expõe disputa ao espólio político]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/politica/2026/02/23/dobradinha-entre-michelle-e-nikolas-amplia-fissura-bolsonarista-e-expoe-disputa-ao-espolio-politico.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Ricardo Prado]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[A direita brasileira chega a 2026 dividida por uma disputa que mistura herança política, estratégia eleitoral e protagonismo pessoal. O embate entre Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira, de um lado,...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p data-end="674" data-start="226">A direita brasileira chega a 2026 dividida por uma disputa que mistura herança política, estratégia eleitoral e protagonismo pessoal. O embate entre Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira, de um lado, e Eduardo Bolsonaro, de outro, tornou público um racha que vinha sendo costurado nos bastidores desde a saída do ex-presidente Jair Bolsonaro do Palácio do Planalto.</p>

<p data-end="1113" data-start="676">O estopim mais recente é a resistência da ex-primeira-dama e do parlamentar mineiro em aderir à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto. Para ambos, o nome mais competitivo no campo conservador seria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A divergência expôs uma disputa pelo controle do legado eleitoral do ex-presidente e acirrou tensões entre aliados históricos do bolsonarismo.</p>

<h2 data-end="1168" data-start="1120">Da derrota de 2022 à reorganização da direita</h2>

<p data-end="1471" data-start="1170">A divisão atual tem raízes na eleição presidencial de 2022, quando Jair Bolsonaro foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva. Após deixar o cargo, o ex-presidente passou a enfrentar investigações judiciais e restrições políticas que reduziram sua capacidade de articulação direta no país.</p>

<p data-end="1866" data-start="1473">Entre 2023 e 2024, Bolsonaro alternou períodos no Brasil e nos Estados Unidos, enquanto seus filhos buscavam manter ativa a base conservadora no Congresso e nas redes sociais. Eduardo Bolsonaro, deputado federal mais votado da história do país em 2018, assumiu papel de interlocutor com setores da direita internacional e intensificou sua presença nos EUA a partir de fevereiro do ano passado.</p>

<p data-end="2195" data-start="1868">Ao mesmo tempo, Michelle Bolsonaro ganhou protagonismo no PL Mulher, ampliando sua atuação junto ao eleitorado evangélico e feminino. Nikolas Ferreira, por sua vez, consolidou-se como um dos principais porta-vozes digitais do conservadorismo, com forte presença nas redes sociais e alinhamento frequente com pautas de costumes.</p>

<h2 data-end="2242" data-start="2202">Dezembro de 2025: o anúncio de Flávio</h2>

<p data-end="2526" data-start="2244">A tensão interna ganhou contornos mais claros em dezembro de 2025, quando Flávio Bolsonaro anunciou ter sido escolhido pelo pai como seu sucessor na disputa presidencial de 2026. O gesto foi interpretado por aliados como tentativa de unificar o campo bolsonarista sob um único nome.</p>

<p data-end="2763" data-start="2528">Nos bastidores, no entanto, parte da direita avaliava que Tarcísio de Freitas reunia melhores condições eleitorais, especialmente por seu desempenho administrativo em São Paulo e por dialogar com setores mais amplos do centro político.</p>

<p data-end="2947" data-start="2765">Michelle e Nikolas evitaram declarações explícitas de apoio à pré-candidatura de Flávio. A ausência de engajamento público foi lida pelo entorno de Eduardo como sinal de deslealdade.</p>

<h2 data-end="2975" data-start="2954">A escalada pública</h2>

<p data-end="3236" data-start="2977">Nas últimas semanas, a divergência deixou de ser apenas estratégica e passou ao campo pessoal. Eduardo Bolsonaro criticou Michelle e Nikolas, afirmando que ambos estariam com “amnésia” e “jogando o mesmo jogo” ao não aderirem de forma clara ao nome de Flávio.</p>

<p data-end="3422" data-start="3238">A reação veio após Nikolas visitar Jair Bolsonaro na unidade prisional conhecida como Papudinha, no Distrito Federal. Em resposta às declarações de Eduardo, o deputado mineiro afirmou:</p>

<p data-end="3675" data-start="3424">“Discordo que eu tenho amnésia e que a Michelle tem amnésia. E diante das situações que estão acontecendo, nós temos o pai dele preso, sofrendo dificuldades de saúde. E a prioridade é nos atacar. Então isso diz muito mais sobre eles do que sobre mim”.</p>

<p data-end="3845" data-start="3677">A fala foi interpretada como sinal de que o embate ultrapassou a esfera eleitoral e passou a envolver ressentimentos pessoais e disputas por espaço dentro do movimento.</p>

<h2 data-end="3879" data-start="3852">Espólio político em jogo</h2>

<p data-end="4087" data-start="3881">No centro da crise está o chamado “espólio político” de Jair Bolsonaro — o conjunto de votos, influência digital, liderança simbólica e capital eleitoral acumulado ao longo de quatro eleições presidenciais.</p>

<p data-end="4463" data-start="4089">Eduardo Bolsonaro, impedido de disputar a Presidência neste ano e com sua atuação concentrada nos EUA, vê na manutenção do núcleo familiar unido um elemento essencial para preservar esse capital. Já Michelle e Nikolas defendem que a prioridade deve ser a viabilidade eleitoral do campo conservador, ainda que isso implique apoiar outro nome fora do núcleo direto da família.</p>

<p data-end="4646" data-start="4465">A divisão também alcança partidos aliados, parlamentares do PL e influenciadores da direita, que se veem pressionados a escolher lados ou adotar postura de neutralidade estratégica.</p>

<h2 data-end="4682" data-start="4653">Fratura exposta na direita</h2>

<p data-end="4931" data-start="4684">O racha, que começou como divergência tática, tornou-se uma fratura aberta no campo conservador. Com Bolsonaro fora da disputa e a sucessão indefinida, a direita enfrenta o desafio de equilibrar lealdade ao ex-presidente com pragmatismo eleitoral.</p>

<p data-end="5120" data-start="4933">Se, por um lado, a candidatura de Flávio simboliza a continuidade familiar do bolsonarismo, por outro, o nome de Tarcísio representa uma tentativa de ampliar alianças e reduzir rejeições.</p>

<p data-end="5372" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="5122">A poucos meses da definição formal das candidaturas, a disputa interna mostra que a batalha pela Presidência passa, antes de tudo, pela definição de quem herdará a liderança de um dos movimentos políticos mais mobilizados da história recente do país.</p>
]]></content>
                                    <category term="Política" />
                        <category term="Webstories" />
                        <category term="Em Off" />
                        <published>2026-02-23T15:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:40:09+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Irã diz estar pronto para guerra com EUA, mas mantém porta aberta ao diálogo]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/politica/2026/01/12/ira-diz-estar-pronto-para-guerra-com-eua-mas-mantem-porta-aberta-ao-dialogo.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Ricardo Prado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[O Irã afirmou nesta segunda-feira (12) que está “totalmente preparado” para um possível confronto com os Estados Unidos, em meio a uma grave crise interna e à escalada de tensões com Washington. A dec...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O Irã afirmou nesta segunda-feira (12) que está “totalmente preparado” para um possível confronto com os Estados Unidos, em meio a uma grave crise interna e à escalada de tensões com Washington. A declaração foi feita pelo ministro das Relações Exteriores do país, Abbas Araghchi, em discurso diante de diplomatas estrangeiros em Teerã, e marca um momento delicado nas relações entre as duas potências.</p>

<p>Araghchi destacou que, embora Teerã não busque beligerância, a nação está mais preparada para um conflito do que no passado recente, referindo-se às lições aprendidas em confrontos anteriores com Israel e à necessidade de dissuasão. Ao mesmo tempo, ele reiterou que o país ainda vê o diálogo como uma alternativa — desde que seja “justo” e baseado no “respeito mútuo”.</p>

<h3>Preparação e postura oficial do Irã</h3>

<p>O chefe da diplomacia iraniana ressaltou que a República Islâmica não pretende iniciar hostilidades, mas “não hesitará em defender sua soberania” caso seja atacada. </p>

<p>“Não buscamos guerra, mas estamos totalmente preparados para ela — mais preparados do que durante a guerra anterior”, disse Araghchi, citando experiências passadas e a identificação de vulnerabilidades tanto internas quanto de possíveis adversários.</p>

<p>“O melhor caminho para evitar a guerra é estar preparado para ela para que nossos inimigos não caiam novamente em erros de cálculo”, complementou.</p>

<p>Ele também enfatizou que negociações só fazem sentido se ocorrerem em condições equitativas e com respeito às preocupações de Teerã, mantendo a porta aberta para conversas indiretas mediadas por terceiros.</p>

<h3>Contexto de protestos e pressão internacional</h3>

<p>As declarações de Araghchi surgem num momento de intensa turbulência interna no Irã, com protestos em todo o país que começaram no final de dezembro e já deixaram centenas de mortos e milhares de detidos, segundo grupos de direitos humanos. As manifestações, inicialmente motivadas por dificuldades econômicas e a queda da moeda local, transformaram-se em críticas mais amplas ao governo teocrático.</p>

<p>A reação das autoridades iranianas incluiu um apagão de internet em grande parte do país e uma repressão vigorosa a manifestantes, que tem sido duramente criticada por organizações internacionais.</p>

<h3>Retórica de Washington e possibilidades de ação</h3>

<p>Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump tem considerado “opções fortes” em resposta à repressão no Irã e à possibilidade de intervenções externas na crise. Embora tenha confirmado que canais de comunicação diplomática permanecem abertos — mesmo que de forma indireta, por meio de intermediários —, Trump advertiu que ação militar pode ser considerada dependendo da evolução dos acontecimentos.</p>

<p>“O povo do Irã está procurando liberdade como nunca antes, e os EUA estão prontos para ajudar,” escreveu Trump recentemente em ferramenta de mídia social ao comentar a situação.</p>

<p>Tanto Teerã quanto Washington têm interesses estratégicos divergentes no Oriente Médio, e as tensões entre os dois países aumentaram após confrontos regionais e bombardeios a instalações nucleares iranianas em um conflito de 12 dias envolvendo Israel em 2025 — sobre o qual Teerã afirma ter identificado fragilidades de defesa de seus adversários e aprendido lições táticas.</p>

<h3>Diplomacia ou confrontação?</h3>

<p>Apesar do tom assertivo, oficiais iranianos repetiram que não buscam um conflito direto com os EUA e insistiram que as negociações podem ocorrer, desde que as conversas respeitem a soberania e as condições de ambos os lados.</p>

<p>Especialistas em relações internacionais alertam, contudo, que a combinação de repressão interna, líderes pressionados e retórica beligerante pode aumentar o risco de escalada, mesmo enquanto diplomatas tentam manter abertos canais de comunicação.</p>
]]></content>
                                    <category term="Política" />
                        <category term="Em Off" />
                        <category term="Geral" />
                        <published>2026-01-12T14:54:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:39:26+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Riedel defende integração entre Executivo e Judiciário para avançar no desenvolvimento do país]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/politica/2025/10/16/riedel-defende-integracao-entre-executivo-e-judiciario-para-avancar-no-desenvolvimento-do-pais.html" />
            <id>https://www.pixnewsms.com.br/019f3d33-f054-7299-8453-d7f33e266ff1</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Ricardo Prado]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[O governador Eduardo Riedel (PP) participou nesta quinta-feira (16) do Congresso Estadual da Magistratura Sul-Mato-Grossense, realizado em Bonito, que teve como tema “Construindo a Justiça do Futuro”....]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O governador Eduardo Riedel (PP) participou nesta quinta-feira (16) do Congresso Estadual da Magistratura Sul-Mato-Grossense, realizado em Bonito, que teve como tema “Construindo a Justiça do Futuro”. Nas redes sociais, o governador ressaltou a importância do evento para fortalecer o diálogo e a colaboração entre o Executivo e o Judiciário.</p>

<p>Em sua fala, Riedel destacou que a cooperação entre os poderes é fundamental para enfrentar os desafios sociais e econômicos do país. Segundo ele, é necessário avançar em uma agenda ampla para o Brasil, com foco em educação, crescimento e estabilidade, buscando um ambiente de prosperidade para as próximas décadas.</p>

<blockquote>
<p>“Mais do que debates sobre direita ou esquerda, precisamos colocar em prática ações concretas para transformar o país, evoluindo na educação e no desenvolvimento social, criando condições para uma sociedade mais justa e próspera nos próximos 15 ou 20 anos. No Mato Grosso do Sul, tenho convicção de que veremos resultados nos próximos dez anos. E o Judiciário é essencial nesse processo, pois não há sociedade avançada sem segurança jurídica e instituições funcionando de forma estável”, afirmou o governador.</p>
</blockquote>

<p>Riedel participou do painel “Diálogo com a Magistratura”, ao lado do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Dorival Renato Pavan.</p>

<p>O congresso, que segue até sexta-feira (17), conta com palestras e debates sobre temas como judicialização da saúde suplementar, uso de inteligência artificial no Judiciário, o papel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a reforma tributária.<br />
 </p>
]]></content>
                                    <category term="Política" />
                        <category term="Em Off" />
                        <published>2025-10-16T20:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:39:15+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Após sanções de Trump, Lula se fortalece, Moraes segue no STF  e é o povo quem paga a conta]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/em-off/2025/07/16/apos-sancoes-de-trump-lula-se-fortalece-moraes-segue-no-stf-e-e-o-povo-quem-paga-a-conta.html" />
            <id>https://www.pixnewsms.com.br/019f3d33-ec5d-73f3-851f-8992f811526f</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Suelen Morales]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Aposta em sabotagem internacional fracassa: Moraes segue no STF, Centrão fecha com o governo e tarifa de Trump pesa no bolso do brasileiro]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>As sanções comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil — articuladas pelo ex-presidente Donald Trump e supostamente incentivadas por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro — tiveram um efeito colateral inesperado: reforçaram o núcleo político do governo Lula, ampliaram sua base de apoio no Congresso e deixaram ainda mais isolada a oposição. Enquanto isso, é a população brasileira quem sente no bolso o custo da instabilidade criada no exterior.</p>

<p>A medida, que elevou tarifas de importação sobre produtos como carne, aço e celulose, surgiu em meio ao agravamento da crise política envolvendo a família Bolsonaro. Jair Bolsonaro, investigado por participação em tentativa de golpe de Estado e fraudes em documentos oficiais. Seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, permanece nos Estados Unidos em um autoexílio informal, acusado por líderes políticos e analistas de articular diretamente com o entorno de Trump uma forma de retaliar o governo brasileiro.</p>

<p>A estratégia de sabotagem, no entanto, teve o efeito oposto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não apenas manteve sua governabilidade, como viu crescer sua influência sobre o Congresso com o apoio do Centrão — bloco político que tradicionalmente define os rumos das votações legislativas. A aliança permitiu ao governo aprovar pautas estratégicas, assegurar estabilidade institucional e, de quebra, recuperar a popularidade junto a setores do eleitorado que antes mantinham distância.</p>

<p>Já o ministro Alexandre de Moraes, apontado como outro alvo das sanções, segue atuando no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ainda que fora da presidência das cortes. A tentativa de enfraquecer sua atuação — especialmente diante das investigações sobre redes de desinformação e tentativa de subversão da ordem democrática — não surtiu efeito prático.</p>

<p>Do ponto de vista econômico, porém, o impacto é real. Com o aumento das tarifas, setores produtivos enfrentam aumento nos custos de exportação, retração nas margens de lucro e riscos de desemprego em cadeias como o agronegócio e a indústria de base. O consumidor final pode enfrentar alta de preços e perda de competitividade, num momento em que a economia busca consolidar sua recuperação.</p>

<p>Ao mirar Lula e Moraes, os articuladores da retaliação internacional acabaram por enfraquecer ainda mais seus próprios aliados. O Brasil se tornou alvo de medidas punitivas no exterior em meio à crise de credibilidade provocada pelas ações da antiga cúpula do governo Bolsonaro, agora desmoralizada ou detida.</p>

<p>A tentativa de transferir para fora do país o desgaste político interno resultou num revés diplomático, econômico e institucional. A consequência é clara: os adversários saíram fortalecidos, e o povo brasileiro, mais uma vez, paga a conta.</p>
]]></content>
                                    <category term="Em Off" />
                        <published>2025-07-16T10:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:37:19+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Após anos fechado, Centro Cultural José Octavio Guizzo reabre com espetáculos promissores]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/cultura/2024/03/31/apos-anos-fechado-centro-cultural-jose-octavio-guizzo-reabre-com-espetaculos-promissores.html" />
            <id>https://www.pixnewsms.com.br/019f3d33-e4a9-730c-942f-b06f92db1a53</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Aurélio]]></name>
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                <![CDATA[O Centro Cultural José Octavio Guizzo, que abriga o Teatro Aracy Balabanian, reabrirá suas portas para o público no dia 2 de abril, com uma apresentação especial da Cia Cênica Nau de Ícaros, originári...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>O Centro Cultural José Octavio Guizzo, que abriga o Teatro Aracy Balabanian, reabrirá suas portas para o público no dia 2 de abril, com uma apresentação especial da Cia Cênica Nau de Ícaros, originária de São Paulo. Como principal palco de eventos culturais, o local estava fechado desde 2016, o que teve um impacto significativo na comunidade artística da cidade.</p>

<p>De acordo com informações da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul), responsável pela administração do local, serão dois dias de festividades, nos dias 2 e 3 de abril. Durante esse período, o público será recebido com performances elaboradas especialmente para homenagear personalidades como Aracy Balabanian, Rubens Corrêa, Conceição Ferreira, Wega Nery e Ignês Corrêa da Costa. Isso marca um novo capítulo na modernização desse importante espaço artístico do estado e o retorno do impulso cultural à capital.</p>

<p>A reinauguração do centro no dia 2 de abril será reservada para autoridades e convidados, enquanto no dia 3, o público em geral terá a oportunidade de explorar tudo o que o local tem a oferecer, tanto para a comunidade artística quanto para os visitantes.</p>

<p>Quanto ao Teatro Aracy Balabanian, sua reabertura contará com a apresentação da Cia Cênica Nau de Ícaros e seu espetáculo "A verdadeira história do Barão". A peça aborda temas como realidades fantásticas, imaginação, cooperação e superação através de aventuras da literatura fabular universal e práticas da arte teatral e circense.</p>

<p>A narrativa se desenrola com um grupo de teatro viajante perdido pelo interior do Brasil, tentando sobreviver encenando as histórias fantásticas do famoso Barão de Munchausen. O espetáculo explora a poesia, o sonho, o delírio e a imaginação como elementos fundamentais da vida.</p>

<p>A entrada para o espetáculo "A verdadeira história do Barão" é gratuita. Aqueles interessados em assistir à peça no dia 3 de abril devem reservar ingressos pela internet.</p>

<p>Após o espetáculo, o público terá a oportunidade de apreciar a apresentação do grupo de jazz El Trio.</p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.pixnewsms.com.br/upload/dn_arquivo/2024/03/vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvv.jpg" style="height:500px; width:750px" /></p>

<p>O Centro Cultural José Octavio Guizzo está localizado na Rua 26 de Agosto e é um espaço dedicado à geração, formação e difusão da cultura sul-mato-grossense. Com quase quatro décadas de funcionamento, o complexo arquitetônico oferece uma variedade de atividades, incluindo oficinas de dança, música, teatro e artes plásticas, além de espetáculos, exposições, palestras e eventos similares. É um ponto de encontro artístico que aproxima o público da extensa produção cultural em diversas áreas.</p>

<p>O Centro Cultural abriga diversas salas, cada uma nomeada em homenagem a personalidades relevantes para a cultura local, como o Teatro Aracy Balabanian, a Sala de Convenções Rubens Corrêa, a Sala de Ensaios Conceição Ferreira, as Galerias de Exposições Wega Nery e Ignês Corrêa da Costa, além da Sala Central, Sala de Música e Ateliê de Artes.</p>
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                        <category term="Política" />
                        <published>2024-03-31T10:54:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:36:01+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Pessimismo econômico se acentua com avaliação negativa do governo Lula]]></title>
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                <name><![CDATA[Aurélio]]></name>
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                <![CDATA[Neste início do segundo ano do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a desaprovação de seu governo cresce, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira. O estudo rev...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Neste início do segundo ano do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a desaprovação de seu governo cresce, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira. O estudo revela que 34% dos entrevistados consideram a gestão petista como "negativa", um aumento significativo em relação ao índice de 20% registrado em fevereiro de 2023. Em contrapartida, a aprovação do governo, que era de 40% há um ano, caiu para 35% agora.</p>

<p>A pesquisa, realizada entre os dias 25 e 27 de fevereiro, aponta também uma piora na percepção da situação econômica do país. O número de entrevistados que acreditam que a economia piorou passou de 31% em dezembro para 38% agora, enquanto aqueles que veem melhorias caíram de 34% para 26% no mesmo período.</p>

<p>O pessimismo em relação ao futuro econômico também é evidente, com 46% dos brasileiros achando que a situação econômica irá piorar nos próximos 12 meses, uma queda considerável em comparação com os 62% registrados em fevereiro do ano passado.</p>

<p>A pesquisa destaca ainda que as recentes declarações do presidente Lula sobre o conflito entre Israel e Palestina tiveram impacto negativo, especialmente entre os evangélicos, que representam 30% do eleitorado brasileiro. O relatório revela que 48% dos evangélicos avaliaram negativamente o governo petista, um aumento de 12 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.</p>

<p>Diante desse cenário, o Palácio do Planalto busca apoio no Congresso para aprovar sua pauta econômica, promovendo reuniões com parlamentares. Entretanto, os desafios econômicos e as polêmicas recentes alimentam o descontentamento popular e representam um obstáculo significativo para o governo Lula.</p>
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                                    <category term="Política" />
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                        <published>2024-03-08T10:42:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:35:59+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Eduardo Bolsonaro critica Moraes e alega falta de democracia no Brasil]]></title>
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                <name><![CDATA[Aurélio]]></name>
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                <![CDATA[Em uma entrevista concedida ao jornalista americano Tucker Carlson, ex-apresentador da Fox News, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fez críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal (STF...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Em uma entrevista concedida ao jornalista americano Tucker Carlson, ex-apresentador da Fox News, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fez críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que o Brasil não é mais uma democracia livre desde a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Conhecido por seu alinhamento com o ex-presidente Donald Trump e por suas posições de extrema direita, Bolsonaro declarou que as eleições presidenciais brasileiras de 2022 foram "roubadas", conforme relatado por Carlson durante a conversa de aproximadamente 20 minutos.</p>

<p>Eduardo Bolsonaro ressaltou que há uma censura crescente contra pessoas e jornalistas no país, além de uma perseguição direcionada aos apoiadores de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele acusou explicitamente o ministro Alexandre de Moraes, do STF, de perseguir aliados do presidente Bolsonaro, afirmando que o tribunal está processando indivíduos sem distinção, o que, segundo ele, compromete a democracia no país.</p>

<p>Em outro momento da entrevista, o jornalista americano Carlson alegou que as eleições presidenciais de 2022 no Brasil foram "manipuladas" e "roubadas" para eleger Lula, sem apresentar evidências concretas para sustentar sua afirmação. Eduardo Bolsonaro ecoou essa visão, declarando que não pode afirmar que as eleições foram fraudadas, mas também não pode provar que não foram.</p>

<p>As críticas do deputado se estenderam às punições impostas pelo STF aos envolvidos nos protestos ocorridos em 8 de janeiro, quando houve uma invasão aos prédios dos Três Poderes em Brasília. Ele argumentou que não houve uma tentativa de golpe de Estado durante o episódio e expressou discordância em relação às severas penalidades de até 17 anos de prisão aplicadas aos manifestantes.</p>

<p>Até o momento da publicação deste texto, o Tribunal Superior Eleitoral e o Supremo Tribunal Federal não haviam se manifestado sobre as declarações de Eduardo Bolsonaro.( Com inf do ESTADÃO CONTEÚDO)</p>
]]></content>
                                    <category term="Política" />
                        <category term="Em Off" />
                        <published>2024-03-02T09:28:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:35:58+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Vereadores de Campo Grande preparam votações para parquímetros, Lei do Silêncio e LOA 
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                <name><![CDATA[Aurélio]]></name>
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                <![CDATA[O presidente da Câmara de Campo Grande, vereador Carlos Augusto Borges, conhecido como Carlão (PSB), anunciou sua intenção de colocar em pauta, ainda neste ano e antes do recesso parlamentar, votações...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Campo Grande, vereador Carlos Augusto Borges, conhecido como Carlão (PSB), anunciou sua intenção de colocar em pauta, ainda neste ano e antes do recesso parlamentar, votações fundamentais para o município. Entre elas, destacam-se o projeto para implementação de parquímetros no estacionamento rotativo do Centro e a tão discutida Lei do Silêncio, além da Lei Orçamentária Anual (LOA).a</p>

<p>A viabilidade dessa proposta está diretamente vinculada ao envio oportuno dos projetos pelo Executivo. Inicialmente, a previsão era de aprovar a Lei antes do feriado de Finados. O Executivo, por sua vez, estima a alocação de R$ 6,4 bilhões em recursos para a Capital no próximo ano, conforme previsto na LOA de 2024, que foi entregue à Câmara em 31 de agosto.</p>

<p>A LOA de 2024, que propõe um orçamento de R$ 6.426.565.761,00, representa um aumento significativo de 18,6% em relação aos R$ 5.418.631.265,00 previstos para o ano em curso. Em setembro, a Câmara realizou uma audiência pública para discutir a proposta, e a falta de asfalto nos bairros foi um dos problemas mais destacados pelos participantes.</p>

<p>O relator do Orçamento ressaltou que mais de mil quilômetros de ruas na Capital carecem de asfalto, causando prejuízos significativos à população. A busca por uma votação expressiva antes do recesso demonstra a urgência e importância desses projetos para a cidade, colocando em evidência as demandas e desafios que a gestão municipal enfrenta.</p>
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                                    <category term="Política" />
                        <category term="Em Off" />
                        <published>2023-11-21T08:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:35:54+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Relação Brasil-Argentina: Desafios e o futuro da parceria após as eleições]]></title>
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                <name><![CDATA[Aurélio]]></name>
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                <![CDATA[A parceria comercial entre o Brasil e a Argentina é de longa data. A Argentina é o terceiro maior destino das exportações brasileiras, e o Brasil é o principal comprador dos produtos argentinos. No en...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>A parceria comercial entre o Brasil e a Argentina é de longa data. A Argentina é o terceiro maior destino das exportações brasileiras, e o Brasil é o principal comprador dos produtos argentinos. No entanto, a crise econômica que atinge a Argentina há muitos anos está afetando tanto a balança comercial do Brasil como o fluxo de capital entre os dois países. Infelizmente, a situação grave que se desenha na Argentina não deve mudar no curto prazo, mesmo com as eleições presidenciais que ocorreram recentemente.</p>

<p><img alt="" src="https://cdn.pixnewsms.com.br/upload/dn_arquivo/2023/10/2_2.webp" style="height:674px; width:1219px" /></p>

<p>A economia argentina enfrenta uma crise persistente caracterizada por altos níveis de inflação, taxas de juros elevadas, uma grande população em situação de pobreza, uma forte desvalorização de sua moeda e a escassez de reservas em moeda estrangeira. Esses problemas são em grande parte consequência dos déficits fiscais acumulados pelo país ao longo de mais de uma década. A Argentina passou a imprimir dinheiro para financiar suas despesas, o que gerou pressão inflacionária e vários problemas econômicos de grande escala.</p>

<p>Na esfera do comércio exterior, a Argentina vem perdendo espaço nas exportações brasileiras ao longo dos anos. Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram uma queda de 15% nas exportações do Brasil para a Argentina em uma década. Em 2022, o valor total das exportações para a Argentina foi de aproximadamente US$ 15,3 bilhões, em comparação com os US$ 18 bilhões registrados em 2012.</p>

<p>Embora o Brasil tenha conseguido limitar os impactos da crise argentina em sua balança comercial ao longo dos anos, ainda existem efeitos na economia real. A Argentina, apesar de sua perda de relevância ao longo do tempo, continua sendo um importante parceiro comercial para o Brasil. No entanto, a situação é mais evidente quando se analisam setores específicos.</p>

<p>A crise argentina impactou principalmente a indústria brasileira, especialmente nos segmentos automotivo e têxtil. Por muito tempo, a Argentina foi o principal destino das exportações de veículos fabricados no Brasil, mas recentemente perdeu essa posição para o México. Mesmo diante das incertezas políticas na Argentina, a parceria comercial continua, mas a economia argentina precisa superar seus desafios antes de recuperar sua posição como um parceiro comercial significativo do Brasil.</p>
]]></content>
                                    <category term="Política" />
                        <category term="Em Off" />
                        <published>2023-10-22T11:11:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:35:53+00:00</updated>
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