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                                <title><![CDATA[Pix News MS - Mundo carro]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de Mundo carro do Pix News MS</subtitle>
                                                    <updated>2026-10-10T18:46:54+00:00</updated>
                        <entry>
            <title><![CDATA[Volkswagen aposta em novo Tiguan elétrico para superar crise e reinventar sua linha de SUVs]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/colunistas/mundo-carro/2026/10/10/volkswagen-aposta-em-novo-tiguan-eletrico-para-superar-crise-e-reinventar-sua-linha-de-suvs.html" />
            <id>https://www.pixnewsms.com.br/01a12723-b526-70dd-abdf-2f38fa2e2865</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Suelen Morales]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A Volkswagen prepara uma nova fase de sua estratégia de eletrificação com o ID Tiguan, um SUV elétrico que aposta em um nome já conhecido pelos consumidores para conquistar espaço no mercado. A propos...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal">A Volkswagen prepara uma nova fase de sua estrat&eacute;gia de eletrifica&ccedil;&atilde;o com o ID Tiguan, um SUV el&eacute;trico que aposta em um nome j&aacute; conhecido pelos consumidores para conquistar espa&ccedil;o no mercado. A proposta &eacute; unir a tradi&ccedil;&atilde;o da marca alem&atilde; &agrave; nova gera&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos movidos a bateria, em um momento de press&atilde;o por resultados e mudan&ccedil;as na ind&uacute;stria automotiva.</p>
<p class="MsoNormal">O lan&ccedil;amento faz parte de uma tentativa de simplificar a linha de modelos e concentrar investimentos em ve&iacute;culos com maior potencial comercial. Na estrat&eacute;gia apresentada, o novo SUV assume o espa&ccedil;o dos modelos el&eacute;tricos ID.4 e ID.5, em uma reformula&ccedil;&atilde;o da gama da fabricante.</p>
<p class="MsoNormal">A montadora enfrenta desafios desde o esc&acirc;ndalo conhecido como Dieselgate, que abalou sua reputa&ccedil;&atilde;o, e passou por uma mudan&ccedil;a acelerada em dire&ccedil;&atilde;o aos ve&iacute;culos el&eacute;tricos. A transi&ccedil;&atilde;o, no entanto, trouxe dificuldades comerciais e cr&iacute;ticas &agrave; experi&ecirc;ncia de uso dos primeiros modelos da fam&iacute;lia ID.</p>
<p class="MsoNormal">Uma das principais reclama&ccedil;&otilde;es envolveu o excesso de minimalismo no interior dos ve&iacute;culos. A retirada de bot&otilde;es f&iacute;sicos para fun&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas, como controle de volume e climatiza&ccedil;&atilde;o, tornou-se um exemplo das escolhas de design que desagradaram parte dos consumidores.</p>
<p class="MsoNormal">Agora, a Volkswagen precisa equilibrar inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, praticidade e identidade visual para tornar seus el&eacute;tricos mais competitivos diante de rivais tradicionais e novas fabricantes.</p>
<p class="MsoNormal">Ao recuperar o nome Tiguan para sua estrat&eacute;gia el&eacute;trica, a marca aposta no reconhecimento de um modelo j&aacute; consolidado em sua hist&oacute;ria. A ideia &eacute; aproximar o p&uacute;blico da nova tecnologia sem abandonar refer&ecirc;ncias que ajudaram a construir a imagem da Volkswagen.</p>
<p class="MsoNormal">O desafio ser&aacute; transformar essa combina&ccedil;&atilde;o em vendas e recuperar a confian&ccedil;a dos consumidores em um mercado cada vez mais disputado.&nbsp;Mais do que apresentar um novo SUV, o ID Tiguan representa uma tentativa da Volkswagen de reorganizar sua linha de produtos e encontrar um caminho mais sustent&aacute;vel para o futuro da marca.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>]]></content>
                                    <category term="Mundo carro" />
                        <published>2026-10-10T18:42:00+00:00</published>
            <updated>2026-10-10T18:46:54+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[BMW M2: Um esportivo raiz em um mundo que está se tornando difícil]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/colunistas/mundo-carro/2026/02/09/bmw-m2-um-esportivo-raiz-em-um-mundo-que-esta-se-tornando-dificil.html" />
            <id>https://www.pixnewsms.com.br/019f3d33-f3d7-7367-8729-30883813a18c</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Suelen Morales]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Olá, Leitores. Estou sumido, é verdade. A vida cotidiana e o meu propósito de trazer máquinas diferenciadas, acabam prejudicando um pouco regularidade da coluna. Mas esse ano prometo trazer mais “bele...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Olá, Leitores.</p>

<p>Estou sumido, é verdade. A vida cotidiana e o meu propósito de trazer máquinas diferenciadas, acabam prejudicando um pouco regularidade da coluna. Mas esse ano prometo trazer mais “belezuras” para vocês.</p>

<p>Quem acompanha esta coluna já entendeu que aqui não falamos de carros apenas como objetos de consumo, tampouco como produtos encaixotados em fichas técnicas e números frios. Aqui falamos de experiências, de sensações, de máquinas que provocam algo além do racional. Aliás, não há nada mais broxante do que comprar carro movido pelo “racional”. Convenhamos, isso é coisa de quem não gosta de carro de verdade...</p>

<p>E nesta edição, tive a oportunidade de vivenciar uma experiência que parece cada vez mais raras no mundo automotivo moderno: a de um carro esportivo genuíno, feito para o motorista (prefiro até a palavra piloto, rsrsr), sem pedir desculpas por isso.<br />
O carro da vez é o BMW M2, modelo 2024.</p>

<p>Essa unidade está à venda na Show Room Multimarcas, a quem agradeço sempre por me emprestar os carros para teste.<br />
Voltando aos carros, vivemos uma era em que os esportivos cresceram, ficaram mais pesados, mais complexos e, muitas vezes, mais filtrados. O M2 surge quase como um ato de resistência dentro da própria indústria: compacto, musculoso, tração traseira, motor de seis cilindros em linha e — ainda — a possibilidade de uma condução visceral.</p>

<p>Ao primeiro contato, o design já deixa claro que não se trata de um BMW comum. É largo, baixo, agressivo, quase provocativo. As superfícies são retas, os para-choques são brutos, as caixas de roda parecem infladas à força. Não há preocupação em agradar a todos — e isso é, por si só, um enorme elogio.</p>

<p>Mas é ao volante que o M2 revela sua verdadeira essência.</p>

<p>A posição de dirigir é perfeita: baixa, encaixada, com tudo apontando para o motorista. A direção é direta, rápida e extremamente comunicativa, transmitindo com precisão o que acontece entre os pneus dianteiros e o asfalto. Cada pequena correção é imediatamente sentida, criando uma conexão quase orgânica entre homem e máquina.</p>

<p>O motor — um seis cilindros em linha biturbo — é uma aula de caráter mecânico. Ele entrega força desde muito cedo (existe um delay de turbina, naturalmente) e cresce de forma progressiva e empolgante até altas rotações (e como gira, esse motor), acompanhado de um som encorpado, metálico e honesto, cada vez mais raro nos dias atuais. Não há artifícios exagerados, não há encenação artificial: há engenharia bem-feita.</p>

<p>O conjunto de chassi é simplesmente brilhante. O carro muda de direção com facilidade, permanece incrivelmente neutro em curvas e transmite uma sensação constante de controle. É rápido, muito rápido, mas nunca intimidante. Pelo contrário: o M2 convida o motorista a explorar seus limites, sempre com aquela sensação reconfortante de que tudo está sob controle — desde que você saiba o que está fazendo. </p>

<p>Aliás, para quem não sabe o que está fazendo, uma dica: FIQUE LONGE DO BOTÃO VERMELHO, NO LADO DIREITO DO VOLANTE, ESCRITO “M2”. Ele desliga todos os assistentes eletrônicos e, quando apertado, o “piloto” está por sua conta e risco. O carro tem muito “chão”, mas no modo “Soviético”, qualquer vacilo pode dar gerar grandes consequências.</p>

<p>Apesar de toda essa esportividade, surpreende o nível de usabilidade no dia a dia. A suspensão, embora firme, não é desconfortável e nodo “URBAN”, uma série de regulagens a tornam um coupê do dia-a-dia, com muito conforto.</p>

<p>A suspensão e chassi filtram bem as irregularidades do asfalto e permite uma convivência urbana perfeitamente aceitável para quem entende o que está dirigindo. É um esportivo de verdade, mas não um carro temperamental.</p>

<p>O interior segue a mesma lógica: esportivo, moderno e funcional. Há tecnologia, claro, mas sem roubar a cena daquilo que realmente importa — a condução. Tudo ali está a serviço do motorista.</p>

<div class="dn_galeria_noticia"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Ao final da experiência, que dessa vez teve a companhia do meu filho mais velho (João Pedro),  fica a sensação de ter dirigido algo especial. Algo que talvez represente um dos últimos capítulos de uma linhagem que está lentamente desaparecendo: a dos esportivos compactos, potentes, “analógicos” na medida certa e feitos para emocionar.</p>

<ul>
	<li>O BMW M2 não é apenas rápido.</li>
	<li>Ele faz sentido.</li>
	<li>Ele envolve.</li>
	<li>Ele emociona.</li>
	<li>E, por isso, merece estar nesta coluna.</li>
</ul>

<p style="text-align:right"><br />
<strong><em>Bruno Romero (advogado e apaixonado por carros)</em></strong></p>

<p><br />
 </p>
<div class="tinymce-gallery mce-nonedit" data-gallery="true" data-noticia-imagem="true"><figure data-media-id="019f3d47-5e60-70f6-9590-c8d3245af79a"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/6c3bab3d-36ca-44d2-98e4-28ebc9f906ef/whatsapp-image-2026-02-09-at-181542-3.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-654b-71fa-8bc7-0f9f70b6dbb5"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/a7bc4fb1-8ed4-4291-90be-75a0e609c706/whatsapp-image-2026-02-09-at-181542-2_1.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-58fe-729d-8d7a-4f42dd7e802c"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/18d92adb-7224-4058-bcba-186ad7524792/whatsapp-image-2026-02-09-at-181543.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-61e0-702a-b53b-a86f9c26159c"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/779a3606-2d82-4d41-a4eb-475e4ea7d006/whatsapp-image-2026-02-09-at-181542-1.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-5baf-7162-979d-614799760fb0"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/dd7143ee-6db2-432e-9584-377af51c0489/whatsapp-image-2026-02-09-at-181542.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-5ea2-7065-8a93-d91345127283"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/b9b995ae-eeee-4994-87d5-fb1dd56d3293/whatsapp-image-2026-02-09-at-181544-2.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-654a-7174-86d4-5958557091e0"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/41d96dff-766e-49ad-ba7f-7fc9c3cabf0c/whatsapp-image-2026-02-09-at-181544-1.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-59b2-708a-9bda-909a3401f567"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/1b6658dc-8bb7-4ef5-9ced-a09b5d3d52a5/whatsapp-image-2026-02-09-at-181544.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-61f5-70dd-bcf1-20e9546c692e"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/7993141a-a715-471a-a6ef-fb0208d96584/whatsapp-image-2026-02-09-at-181545-2.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-5bb7-73cf-a4a5-6bcd516488a6"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/52fa4e44-5fee-45fb-98ad-fe5a437a2d82/whatsapp-image-2026-02-09-at-181545-1.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-5ee2-7225-bcbd-8a48323237a3"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/de2f7906-ab5e-487f-8280-46106eb5f3a0/whatsapp-image-2026-02-09-at-181545.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-6556-721d-b476-c7e2fe0f6968"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/5fb44df0-8f94-4261-872a-a3e0b84cf459/whatsapp-image-2026-02-09-at-181546-2.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-595e-72e3-a3b5-cf0d0d4ac3ea"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/c7014351-ff7d-49f0-98b8-6a54b7f097f0/whatsapp-image-2026-02-09-at-181546-1.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure><figure data-media-id="019f3d47-628b-7254-b403-d190675e4849"><img src="https://cdn1.pixnewsms.com.br/Post/2026/07/597c4cd5-bae9-4035-9aa0-396f3f357b69/whatsapp-image-2026-02-09-at-181546.jpeg" alt=""><figcaption></figcaption></figure></div>]]></content>
                                    <category term="Mundo carro" />
                        <published>2026-02-09T18:26:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:51:57+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Bruno Romero]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://www.pixnewsms.com.br/colunistas/mundo-carro/2023/05/12/bruno-romero.html" />
            <id>https://www.pixnewsms.com.br/019f3d33-dd06-7288-aa38-ba678c71c8c7</id>
            <author>
                <name><![CDATA[dothCom Consultoria Digital]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Leia a coluna - "Mundo Carro O que o leitor verá por aqui.... Quem me conhece sabe que além da minha paixão pela advocacia (que habita meus pensamentos desde a tenra juventude), os carros literalmente...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Leia a coluna - </p>

<p>"Mundo Carro</p>

<p>O que o leitor verá por aqui....</p>

<p>Quem me conhece sabe que além da minha paixão pela advocacia (que habita meus pensamentos desde a tenra juventude), os carros literalmente me fascinam. Como filho de magistrado, não saberia dizer qual paixão surgiu primeiro, o Direito ou os carros. Mas deixemos o Direito de lado, pois essa é uma coluna sobre carros.</p>

<p>Há um senso comum que diz que nós brasileiros somos todos apaixonados por carros. Isso é meia verdade.</p>

<p>Há sim os que gostam de carros, mas não todos.</p>

<p>Eu costumo dizer que a maioria dos brasileiros gostam mesmo é de “automóvel”, estes classificados por mim de forma literal como sendo “qualquer veículo que, movido a motor (não importando aqui sua matriz energética), se destina ao transporte de pessoas ou cargas”.</p>

<p>Mas existe uma parcela menor que gosta realmente de “CARRO”. E eu trago aqui a palavra “carro”, propositadamente em caixa alta, justamente para diferenciá-los dos demais.</p>

<p>E não há problema algum no fato de que a maioria da população não nutra pelos “carros”, nenhum sentimento que se assemelhe à paixão. É que, na verdade, o automóvel é um produto prioritariamente de “massa”, feito para atender a necessidade de locomoção das pessoas.</p>

<p>Nessa coluna, o leitor não verá conteúdos sobre “automóveis”, mas somente sobre “carros”, pois este colunista faz parte da parcela apaixonada por estas obras de arte sobre rodas.</p>

<p>Aqui, falarei sobre o “carro” produto de nicho de mercado, cujo objetivo das montadoras está muito mais focado na fixação da imagem da marca em determinado segmento do que a obtenção do lucro, propriamente dita. Aliás, os carros de nicho, em sua grande maioria, sequer dão lucro para os fabricantes/montadoras.</p>

<p>E para inaugurar esta coluna, trago um clássico mundial, representante de uma das categorias mais icônicas do mundo, que é a dos “Muscle Cars”: o Dodge Challenger.</p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.pixnewsms.com.br/upload/dn_arquivo/2023/05/357579a5-f84f-42af-b65e-4070d03a6c88.jpg" style="height:500px; width:667px" /></p>

<p>O Dodge Challenger foi introduzido em 1970 como um modelo de carro esportivo de alto desempenho. Seu objetivo era competir com outros modelos de carros americanos, como o Chevrolet Camaro e o Ford Mustang.</p>

<p>Durante os anos 70, o Challenger acumulou uma grande base de fãs devido ao seu estilo musculoso, potência do motor e design incomparável.</p>

<p>Infelizmente, com o aumento das normas de emissões de poluentes e a crise do petróleo, as vendas do Challenger começaram a diminuir e, em 1974, a produção do modelo foi interrompida.</p>

<p>Depois de quase três décadas fora de produção, a Dodge relançou o Challenger em 2008 como um carro conceito, em parceria entre a Daimler Chrysler (Grupo Mercedes). O modelo foi tão bem recebido que a Dodge decidiu fazer dele um modelo de produção em série.</p>

<p>Assim, foi relançado em 2008 e teve como base a plataforma LX da Mercedes, a mesma do “Classe S”, o que facilmente se denota pelo tamanho de sua carroceria, sua robustez construtiva e seu indiscutível conforto, mesmo sendo um carro de alto desempenho.</p>

<p>O carro dessa edição é um Dodge Challenger R/T ano 2012, com motor HEMI V8 de 5.7 litros e aproximados 370cv, na clássica cor preta. Mais icônico, impossível!</p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.pixnewsms.com.br/upload/dn_arquivo/2023/05/81fe2dc7-1b6b-40d8-9bba-ba73523c7b55.jpg" style="height:500px; width:889px" /></p>

<p>Ao volante, é um carro incrivelmente confortável, filtrando muito bem as irregularidades e aspereza do asfalto. A direção, embora não seja tão direta (é hidráulica), faz bem o seu papel de conduzir o “grandalhão” nas trocas de faixa e até nas “tocadas” mais “soviéticas”. O motor, ah, o motor... Um gigante de 5.7 litros e 8 (oito) cilindros em “V”, cuja sinfonia (esta unidade está equipada com um “Cat-Back” da Magnaflow Performance) desperta a atenção por onde passa, acelerando os batimentos cardíacos do condutor e dos passageiros. Todo esse conjunto é completado com a “cereja do bolo”, que é a caixa de marchas manual de seis velocidades, que possui as quatro primeiras marchas “maliciosamente” escalonadas para proporcionar ao condutor experiências inigualáveis! Já as quinta e sexta marchas dão à máquina o equilíbrio perfeito entre economia (guardadas as devidas proporções) e o necessário conforto para longas viagens. A somatória de tudo isso é um carro absolutamente equilibrado, estável, que acelera e freia muito bem e que, ao contrário de outros “muscles”, pode ser conduzido na cidade, no dia a dia, de forma satisfatória.</p>

<p>No design, o Challenger é uma unanimidade, pois equilibra o design moderno ao mesmo tempo em que conserva todo o conceito dos modelos da década de 1970. A frente traz os clássicos quatro faróis redondos e a grade enorme, todos recuados para dentro, em relação à linha final do capô. Na visão lateral conserva a proporção construtiva dos anos 70, com a frente proporcionalmente maior e linhas de cintura alta. Na traseira, a clássica lanterna que atravessa de um lado a outro, com a icônica luz de ré ao centro. O interior, por fim, traz requinte e modernidade, porém sempre mantendo sua aparência clássica.</p>

<p style="text-align:center"><img alt="" src="https://cdn.pixnewsms.com.br/upload/dn_arquivo/2023/05/2c7cc9b8-36b6-4c6e-af5e-7c4551005114.jpg" style="height:500px; width:889px" /></p>

<p>Sem dúvida, um dos carros incríveis, cuja experiência ao volante eu terei o privilégio em guardar para sempre na minha memória.</p>

<p>É um clássico. É um ícone. É um sonho. É um Challenger.</p>

<p>(*) Bruno Romero, advogado é apaixonado por carros</p>
]]></content>
                                    <category term="Mundo carro" />
                        <published>2023-05-12T10:28:00+00:00</published>
            <updated>2026-07-07T15:35:48+00:00</updated>
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